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A Green Innovation em seu momento atual 2018 é uma das opções mais seguras de investimento Anjo ou para Fundos de Investimentos, devido já ter ultrapassado fases  como a de plano de negócios, prototipagem, produção e venda de lote piloto, regulatórias e ser uma empresa com forte potencial de replicação de seu modelo de negócio inovador para todo território nacional Brasileiro, países latinos, bem como globalmente com crescimento acelerado. 

A empresa já possui lote piloto de produtos comercializados com alto índice de satisfação de seus clientes, sendo que a maioria das vendas acontece por indicação, o famoso "boca em boca", e também gerados pelo contato inicial por redes sociais e finalizados com todo cuidado que esse perfil de usuários merecem; atendimento na tranquilidade de sua casa ou empresa.

Além de produtos inovadores de alta qualidade o qual podemos oferecer garantia superior a média do mercado (beneficiando o cliente e nossa empresa) , nosso grande diferencial é o formato de atendimento, entrega, pós venda.

Com a Green Innovation você esta participando e investindo em um negócio que já existe, produtos inovadores que já existem, usuários e clientes que já existem em um modelo de negócio também inovador para o seguimento de produtos o qual atuamos.

Ter experienciado a distribuição de lotes pilotos de produtos em nosso modelo de negócio, nos deixou seguros ao reinvestimento do nosso lucro, pois validamos nossa metodologia e estamos seguros de que estamos no caminho, devido aos resultados positivos alcançados.

Estamos na fase de ampliar nossa capilaridade e agilidade de atendimento, através da implantação do primeiro Marketing de Rede que se tem notícia até o momento, dedicado a produtos de mobilidade pessoal, onde todo atendimento de venda e pós venda pode ser feito pessoalmente na casa ou empresa do cliente.

E para esta nova etapa de crescimento acelerado a qual consideramos um divisor de águas de nossa empresa é que buscamos não só investidores com capacidade financeira, seja ela pequena, média ou grande. Buscamos neste momento investidores parceiros que atuem em sinergia conosco, somando seus conhecimentos, governança, network aos nossos. Somar para dividir um sonho que vem sendo projetado e trabalhado a anos, o qual já possuímos na prática evidência de sucesso, sustentabilidade e lucratividade.

Mais do que isso, O Invetidor Anjo por exemplo, esta protegido juridicamente de acordo com a  Lei Complementar 155/2016.

*O artigo abaixo foi escrito com a colaboração de Gabriel Pittoli e Nicolau Cavalcanti,

advogados de Giovanini Filho Advogados


Em vigor desde o início de 2017, a nova lei estabelece as regras de funcionamento do investimento-anjo para as microempresas ou empresas de pequeno porte. Com a finalidade de incentivar as atividades de inovação e os investimentos produtivos, a nova lei pode facilitar o caminho de quem está buscando dinheiro para desenvolver a startup.

A novidade da lei

A principal novidade da lei, que gera benefícios para o empreendedor e o investidor, é a distinção entre investimento-anjo e participação societária. O investidor-anjo não se torna sócio da empresa.

Essa distinção representa uma importante garantia para os investidores. Como são apenas investidores, eles não são responsáveis pelas obrigações da empresa. O investidor-anjo não pode, por exemplo, ser acionado para pagar uma dívida trabalhista ou fiscal da startup.

Para deixar esse ponto muito claro, a nova lei diz que não se aplica ao investidor-anjo o art. 50 do Código Civil, que trata das hipóteses de desconsideração da pessoa jurídica. Com isso, o legislador explicita sua intenção de proteger o investidor-anjo e, assim, estimular os investimentos nas startups.

Para o empreendedor, o fato de o investimento-anjo não ser considerado participação societária garante que o controle societário da startup continuará em suas mãos. O investidor-anjo não tem direito a interferir na condução da empresa.

Dessa forma, a Lei Complementar 155/2016 contribui para que empreendedor e investidor-anjo possam exercer cada um o seu respectivo papel. Na verdade, a principal beneficiária dessa novidade é a startup, que se vê protegida de interferências externas e, ao mesmo tempo, torna-se um ambiente mais seguro para os investimentos.

Dentro do objetivo de incentivar, num regime de segurança jurídica, os investimentos nas startups, a lei estabelece que o recebimento de investimento-anjo não interfere no acesso ao Simples Nacional.

As exigências da lei

Para usufruir dos benefícios da Lei Complementar 155/2016, é importante que empreendedor e investidor-anjo cumpram as exigências nela previstas.

O primeiro requisito legal é a celebração de um “contrato de participação”, entre o empreendedor e o investidor-anjo, com a finalidade de fomento à inovação e aos investimentos produtivos.

Em relação à remuneração do investidor-anjo, a Lei Complementar 155/2016 define os seguintes parâmetros: (i) o prazo máximo para a remuneração pelos aportes feitos é de 5 anos; e (ii) a remuneração não poderá ser superior a 50% dos lucros obtidos.

De acordo com a lei, “o investidor-anjo somente poderá exercer o direito de resgate depois de decorridos, no mínimo, dois anos do aporte de capital”. O objetivo da medida é garantir um mínimo de estabilidade ao empreendedor, impedindo que o dinheiro investido migre a qualquer momento para outro negócio.

A Lei Complementar 155/2016 também exige que a vigência do contrato de participação não seja superior a 7 anos. Trata-se de uma regra em benefício do investidor-anjo, fixando um prazo máximo para ele realizar os ganhos ou as perdas do seu investimento.

O investidor tem data para disponíbilizar e retirar seu investimento prevista em contrato.

Assista ao vídeo com a participação do Deputado Otavio Leite gravado no período de aprovação da Lei do Investimento Anjo em 2017.